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A Sinner And A SaintenTHulho...o blog do TH |
Comments: Sexta-feira, Junho 29, 2007
Na PauTHa Periodicamente, um tema nos dedos afiados de TH
A REALIDADE DOS CONCURSOS ADAPTADA À NOSSA * A árdua decisão de recomeçar * Traçando um projeto de vida acessível à nossas atividades rotineiras “AS PESSOAS NÃO ENVELHECEM. QUANDO PARAM DE CRESCER, É QUE FICAM VELHAS” Deepak Chopra Acabei de constatar que mais uma vez não passei no exame da ordem. Dessa vez cheguei bem mais perto do sucesso, mais do que eu imaginei. Entretanto, falhas de ordem pessoal e aleatórias me fizeram não atingir o propósito. E agora? Desistirei facilmente? Até que ponto as pessoas vão, desafiando seus limites? Até que parte serão elas capazes de recomeçar do zero e persistir? Vontade, intenção de lutar, de chegar ao objetivo almejado...é o primeiro grande passo. Bem ditava um provérbio grego: COMEÇAR JÁ É METADE DE TODA AÇÃO. Entretanto só ter vontade não basta. Podemos ter muita vontade de saborear uma barra de chocolate, porém se não a furamos com o dente, só ficará na vontade. É preciso uma vontade e uma ação organizada. Transpõe-se o mesmo pros estudos. A atitude basilar de começar é uma efetiva iniciativa, mas por si apenas não basta. Essa decisão serve pra tudo: decisão pra estudar prum concurso, pra melhorar no trabalho, pra melhorar coisas nas vidas em que estejam pendentes. Já foram documentados casos de pessoas que passaram em concursos para poder melhorar de vida, ou para garantir a independência financeira e não depender mais da pensão do(a) cônjuge. Outras passam em concursos tendo como aliados alguns artifícios como ficar olhando a foto de sua família todo dia, ou ainda, os mais ambiciosos, ficam olhando fotos de casas luxuosas, de carros importados caríssimos, que possam ser seu sonho de consumo. É errado focar sua luta em tais bens materiais? Evidente que não. Cada um tem seu objetivo específico, e batalhar por ele é perfeitamente lícito. Costuma-se dizer que a otimização com o sucesso do projeto de alguém se deve à sua principal meta. Mais ainda: as metas, mais do que importante para motivar as pessoas, servem pra mantê-las vivas. O plano seguinte do projeto de vida das pessoas é saber conduzi-lo, organizá-lo. Fala-se muito dos concursos públicos pois estão em forte evidência nos últimos tempos. Uma reportagem da revista Veja nas últimas semanas ilustrou efetivamente isto. Cargos públicos são exatamente os postos mais desejados atualmente, pois ensejam segurança de vida, garantindo uma aposentadoria tranqüila. Em face da grande dificuldade de alcança-los (vide suas brutais concorrências) é que o projeto de organização deve ser bem mais trabalhado. Ao pensar no mesmo, tem-se que ter a consciência que é uma tarefa, uma tarefa excelente, preciosa, mas que ela é demorada e trabalhosa. Requer, dentre outras atitudes, motivação, compromisso, auto-disciplina, consciência, acuidade, flexibilidade e a já comentada organização. Muitos pecam por passar tempos e mais tempos estudando, mas de forma errônea e ineficiente. Um bom estudo pede conciliação entre atividades de lazer, descanso, trabalho, familiares com as leituras de aprendizagem. O tempo que se gasta estudando pro concurso público é altamente compensatório no futuro, com os sucessos e glórias adquiridas (dinheiro, reconhecimento). Tudo bem que possa estar parecendo algo utópico, imaginário, falar de aprovação no momento em que os concursos passem por um grande índice de fraudes e desonestidades, mas enquanto se está vivo, deve-se ter as metas desprovidas de descrenças e desesperanças. Os méritos chegam sim! E quando eles vêm, porém, é necessário saber lidar com os mesmos, para não correr o risco de se tornar um profissional supra-dosado de auto-adoração, vulgo supra-sumo! Ao falar de ajudas no processo de estudo pra concursos, devemos tomar nota dos vilões do mesmo, e o ceticismo perante o sucesso é o principal. Não há o que pensar que não se é capaz. Se fosse assim, este escritor que vos fala não levantaria a cabeça e não assumiria a atitude de recomeçar, afinal todos podem querer e todos devem lutar pra vencer os obstáculos, que não são nada mais do que o conjunto de coisas assustadoras que se vê quando deixa de focalizar as metas. Tenho meta. Não perdi com a derrota, apenas visualizai mais uma maneira de como não devo me preparar pro exame. Tenho consciência que a afobação, a ansiedade e a falta de direcionamento dentro dos estudos contribuíram para o insucesso dessa vez. Tal qual Thomas Edison só logrou êxito na 10.000 tentativa de descoberta da lâmpada, digo que pode demorar, mas estou mais perto de conseguir do que imagino. É exatamente isso que me mantém vivo! TH - Aprendendo a aprender a estudar! Comments: Comments: Na PauTHa Periodicamente, um tema nos dedos afiados de TH
A REALIDADE DOS CONCURSOS ADAPTADA À NOSSA * A árdua decisão de recomeçar * Traçando um projeto de vida acessível à nossas atividades rotineiras “AS PESSOAS NÃO ENVELHECEM. QUANDO PARAM DE CRESCER, É QUE FICAM VELHAS” Deepak Chopra Acabei de constatar que mais uma vez não passei no exame da ordem. Dessa vez cheguei bem mais perto do sucesso, mais do que eu imaginei. Entretanto, falhas de ordem pessoal e aleatórias me fizeram não atingir o propósito. E agora? Desistirei facilmente? Até que ponto as pessoas vão, desafiando seus limites? Até que parte serão elas capazes de recomeçar do zero e persistir? Vontade, intenção de lutar, de chegar ao objetivo almejado...é o primeiro grande passo. Bem ditava um provérbio grego: COMEÇAR JÁ É METADE DE TODA AÇÃO. Entretanto só ter vontade não basta. Podemos ter muita vontade de saborear uma barra de chocolate, porém se não a furamos com o dente, só ficará na vontade. É preciso uma vontade e uma ação organizada. Transpõe-se o mesmo pros estudos. A atitude basilar de começar é uma efetiva iniciativa, mas por si apenas não basta. Essa decisão serve pra tudo: decisão pra estudar prum concurso, pra melhorar no trabalho, pra melhorar coisas nas vidas em que estejam pendentes. Já foram documentados casos de pessoas que passaram em concursos para poder melhorar de vida, ou para garantir a independência financeira e não depender mais da pensão do(a) cônjuge. Outras passam em concursos tendo como aliados alguns artifícios como ficar olhando a foto de sua família todo dia, ou ainda, os mais ambiciosos, ficam olhando fotos de casas luxuosas, de carros importados caríssimos, que possam ser seu sonho de consumo. É errado focar sua luta em tais bens materiais? Evidente que não. Cada um tem seu objetivo específico, e batalhar por ele é perfeitamente lícito. Costuma-se dizer que a otimização com o sucesso do projeto de alguém se deve à sua principal meta. Mais ainda: as metas, mais do que importante para motivar as pessoas, servem pra mantê-las vivas. O plano seguinte do projeto de vida das pessoas é saber conduzi-lo, organizá-lo. Fala-se muito dos concursos públicos pois estão em forte evidência nos últimos tempos. Uma reportagem da revista Veja nas últimas semanas ilustrou efetivamente isto. Cargos públicos são exatamente os postos mais desejados atualmente, pois ensejam segurança de vida, garantindo uma aposentadoria tranqüila. Em face da grande dificuldade de alcança-los (vide suas brutais concorrências) é que o projeto de organização deve ser bem mais trabalhado. Ao pensar no mesmo, tem-se que ter a consciência que é uma tarefa, uma tarefa excelente, preciosa, mas que ela é demorada e trabalhosa. Requer, dentre outras atitudes, motivação, compromisso, auto-disciplina, consciência, acuidade, flexibilidade e a já comentada organização. Muitos pecam por passar tempos e mais tempos estudando, mas de forma errônea e ineficiente. Um bom estudo pede conciliação entre atividades de lazer, descanso, trabalho, familiares com as leituras de aprendizagem. O tempo que se gasta estudando pro concurso público é altamente compensatório no futuro, com os sucessos e glórias adquiridas (dinheiro, reconhecimento). Tudo bem que possa estar parecendo algo utópico, imaginário, falar de aprovação no momento em que os concursos passem por um grande índice de fraudes e desonestidades, mas enquanto se está vivo, deve-se ter as metas desprovidas de descrenças e desesperanças. Os méritos chegam sim! E quando eles vêm, porém, é necessário saber lidar com os mesmos, para não correr o risco de se tornar um profissional supra-dosado de auto-adoração, vulgo supra-sumo! Ao falar de ajudas no processo de estudo pra concursos, devemos tomar nota dos vilões do mesmo, e o ceticismo perante o sucesso é o principal. Não há o que pensar que não se é capaz. Se fosse assim, este escritor que vos fala não levantaria a cabeça e não assumiria a atitude de recomeçar, afinal todos podem querer e todos devem lutar pra vencer os obstáculos, que não são nada mais do que o conjunto de coisas assustadoras que se vê quando deixa de focalizar as metas. Tenho meta. Não perdi com a derrota, apenas visualizai mais uma maneira de como não devo me preparar pro exame. Tenho consciência que a afobação, a ansiedade e a falta de direcionamento dentro dos estudos contribuíram para o insucesso dessa vez. Tal qual Thomas Edison só logrou êxito na 10.000 tentativa de descoberta da lâmpada, digo que pode demorar, mas estou mais perto de conseguir do que imagino. É exatamente isso que me mantém vivo! TH - Aprendendo a aprender a estudar! Comments: Comments: Segunda-feira, Junho 25, 2007
MÚSICA DA SEMANA Passei o São João em Caruaru. Vi a força da nação nordestina em peso por aquelas bandas, e recepcionando TÃO BEM nossos amigos do Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Sul. Sim, nós nordestinos somos um povo muito receptivo. Essa música da Elba é invocada aqui pra mostrar que nem sempre a recíproca é verdadeira. Houve épocas que a mesma foi até proibida, pois toca na questão separatista que sempre assombrou nosso país. Gozado é que isso começou lá embaixo...e a música de Elba não tem o condão de separar de fato o Nordeste do Brasil, mas sim de ressaltar o quanto o resto do país perderia se nós nos desmembrássemos e o quanto nós temos valor. Somente isso...
Nordeste Independente Elba Ramalho Composição: Bráulio Tavares/Ivanildo Vilanova Já que existe no sul esse conceito Que o nordeste é ruim, seco e ingrato Já que existe a separação de fato É preciso torná-la de direito Quando um dia qualquer isso for feito Todos dois vão lucrar imensamente Começando uma vida diferente De que a gente até hoje tem vivido Imagina o Brasil ser dividido E o nordeste ficar independente Dividindo a partir de Salvador O nordeste seria outro país Vigoroso, leal, rico e feliz Sem dever a ninguém no exterior Jangadeiro seria o senador O cassaco de roça era o suplente Cantador de viola o presidente O vaqueiro era o líder do partido Imagina o Brasil ser dividido E o nordeste ficar independente Em Recife o distrito industrial O idioma ia ser nordestinense A bandeira de renda cearense ¿Asa Branca¿ era o hino nacional O folheto era o símbolo oficial A moeda, o tostão de antigamente Conselheiro seria o inconfidente Lampião, o herói inesquecido Imagina o Brasil ser dividido E o nordeste ficar independente O Brasil ia ter de importar Do nordeste algodão, cana, caju Carnaúba, laranja, babaçu Abacaxi e o sal de cozinhar O arroz, o agave do lugar O petróleo, a cebola, o aguardente O nordeste é auto-suficiente O seu lucro seria garantido Imagina o Brasil ser dividido E o nordeste ficar independente Se isso aí se tornar realidade E alguém do Brasil nos visitar Nesse nosso país vai encontrar Confiança, respeito e amizade Tem o pão repartido na metade, Temo prato na mesa, a cama quente Brasileiro será irmão da gente Vai pra lá que será bem recebido Imagina o Brasil ser dividido E o nordeste ficar independente Eu não quero, com isso, que vocês Imaginem que eu tento ser grosseiro Pois se lembrem que o povo brasileiro É amigo do povo português Se um dia a separação se fez Todos os dois se respeitam no presente Se isso aí já deu certo antigamente Nesse exemplo concreto e conhecido Imagina o Brasil ser dividido E o nordeste ficar independente Povo do meu Brasil Políticos brasileiros Não pensem que vocês nos enganam Porque nosso povo não é besta TH - NordesTHino com muito orgulho!! Comments: Comments: Domingo, Junho 17, 2007
Na PauTHa Periodicamente, um tema nos dedos afiados de TH
AÇÕES E REAÇÕES : CONSEQUÊNCIAS DA GUERRA HOMEM X NATUREZA Semana passada comemoramos o dia do meio-ambiente. Como de costume, toda primeira semana de Junho foi repleta de festejos, palestras conscientizadoras, exposições. Sem dúvidas é uma migalha de esperança dos que se dispõem a trabalhar ao lado da luta ambiental. A questão é: em que nível se encontra a preocupação do homem com a natureza? E também será que ele está apto a arcar e suportar a resposta da mesma às agressões sofridas? A batalha ecólogos versus neo globalizadores promissores e despreocupados com a questão ecológica estará longe do término? Visualizamos também recentemente um episódio que denota exatamente isso: em Recife estava o maior impasse devido aos anseios da prefeitura de construir um parque no bairro de Boa Viagem, devastando uma grande área verde que ali se encontra. Vimos arquitetos relembrando a frase de Oscar Niemeyer: "Quando a arquitetura está presente, não pode ter um jardim em volta dela", ; Vimos integrantes da área de saúde dizendo que aquele projeto iria tornar o ar da cidade mais rarefeito, tal como os prédios imensos fizeram, devido ao acúmulo de pessoas que se aglomeraria no local; Vimos ambientalistas indignados, alegando que haveria um total descontrole e desequilíbrio ecológico e ainda advogados precursores do Direito Ambiental, provando por A mais B que o prefeito tivesse legitimidade popular para empreender o parque como bem quisesse, a ressalva seria não agredir a natureza de maneira que causasse um maior impacto sócio-ambiental. O parágrafo acima, no entanto, não abre uma discussão para saber se a medida do prefeito de Recife está correta ou não : isso variaria dos fatores e do ponto de vista de cada opinante. O que está escrito serve apenas para exemplificar o poder que o homem tem de mexer na natureza, quando em questão está seus objetivos, anseios e pretensões. No início dos tempos, nas eras mais primitivas, o homem enquanto integrante da natureza a respeitava, pois dela dependia e tirava seu sustento, sem quebrar-lhe seu núcleo. Já hoje, com a progressão de seus interesses - aliados a uma grande vontade de se sobrepujar aos demais seres vivos : fruto de sua (ir) racionalidade, há o pensamento de que tudo ele pode = inclusive equivaler-se ao grande criador do universo. Entretanto, o homem sabe-tudo já se depara com limites: a própria natureza. A velha máxima de "a gente colhe o que planta" nunca soou tão irônica e oportuna como agora. Verificamos isso diante de desequilíbrios ecológicos cada vez mais evidentes, como mudanças cada vez mais bruscas de temperatura, inconstâncias climáticas, a maré subindo demais por conta disso (ilustra bastante o que aconteceu na Barra Nova um mês atrás. A maré subiu demais a ponto de inundar boa parte da prainha e adentrar na parte lagunar, comprometendo as ruas e as casas). As proporções não são poucas. Verdadeiras catástrofes ambientais já são catalogadas e classificadas como 'efeito-natureza dos anos 2000', vide o Tsunami de Dezembro de 2004 e o Furacão em New Orleans, de Outubro de 2005. Há ainda algum nível mais dramático que se possa alcançar? Não há o que se falar em Apocalipse. Há uma verdadeira tendência de aumentar o dano causado, mas não é sinal do fim dos tempos. É apenas a natureza respondendo às agressões pesadas sofridas. O que o homem considera mero descuido de sua conduta e exagero da parte dos ambientalistas, está aí provado não ser. Seu comportamento mesquinho e interesseiro colide forte com os ecossistemas mundiais, ocasionando conseqüências bastante drásticas. Aquecimento global? Tsunamis? Camada de Ozônio comprometida? Nada de desgraças da natureza. Desgraças HUMANAS. Se existir mesmo um juízo final de consciência, certamente não serão os ambientalistas da história que serão severamente condenados e punidos. THIAGO HENRIQUE ARAÚJO RIBEIRO * A coluna Na PauTHa inicialmente é prevista pra ir ao ar todas as sextas-feiras, mas alguns contratempos podem fazê-la se atrasar. E Excepcionalmente semana que vem não a teremos, pois eu estarei viajando pra Caruaru. Salve! TH - Um verdadeiro HIPPIE Comments: Comments: MÚSICA DA SEMANA Essa música vai pra quem está prestes a encerrar uma história. Certamente não faltarão modelos para a carapuça servir.
Trampolim Paulinho Moska & Christiaan Oyens Você não sofre porque não sente o que eu sinto Há um iceberg em você que eu tenho que derreter Que tipo de piscina terá embaixo desse trampolim? Que pulo que eu vou ter que dar pra não me ferir? Porque acordar sem você é ficar cego no amanhecer É assistir o fim do mundo, depois escurecer E eu no meio disso tudo sem saber Que já estamos no início do que vamos ser Hoje eu não acordei Hoje eu não vou dormir Hoje eu nunca te dei Hoje eu quero partir TH - Não é meu caso! Comments: Comments: Terça-feira, Junho 12, 2007
MÚSICA DA SEMANA Dia dos namorados....essa vai pra aqueles que sentem muita saudade. Na voz da saudosa Nara Leão (uma das melhores cantoras de sua geração), uma, senão a mais bonitinha versão de um clássico! Cuitelinho Nara Leão. Composição: Pena Branca e Xavantinho Cheguei na beira do porto onde as ondas se espaia. As garça, dá meia volta e senta na beira da praia. E o cuitelinho não gosta, Que o botão de rosa caia ai. Ai quando eu vim, da minha terra despedi da parentaia. Eu entrei em Mato Grosso, dei em terras paraguaia; Lá tinha revolução, Enfrentei forte bataia ai. A tua saudade corta como aço de navaia. O coração fica aflito, bate uma, a outra faia. E os olhinho se enchem d´água, Que até a vista de atrapaia ai. TH - Saudações aos apaixonados! Comments: Comments: Sexta-feira, Junho 08, 2007
NOVA SEÇÃO: "Na PauTHa"! Aqui começa a nova seção deste blog: Na PauTHa! Cada semana estarei escrevendo algumas linhas sobre um tema diferente. Espero que gostem e não critiquem minha falta de prática jornalística: isto é apenas um Blog.
ALAGOAS: O MÉRITO AINDA NÃO ACONTECIDO! Nada mais justo do que começar esta seção falando daquilo que deveríamos ter como motivo de orgulho-mor, no entanto, a maioria dos acontecimentos sócio-políticos vem fazendo com que estejamos cada vez mais convencidos que a situação constrasta com este sentimento: NOSSO ESTADO. Falar de Alagoas hoje em dia tornou-se muito fácil: a mídia nacional sempre cai em cima perante os últimos acontecimentos políticos que vêm assolando o Estado. A crise de Renan Calheiros, sobretudo: um verdadeiro disparate nacional, faz com que os olhos que vêem nosso estado não sejam dos melhores. Será mero exagero da imprensa? Ao meu ver não é exagero. Querendo ou não, alagoanos, a situação crítica cada vez mais se evidencia e temos que duramente concordar: nosso Estado não é mais o mesmo! Alagoas hoje está longe do que era há 30 anos, quando até o serviço público nos dava muito orgulho. No governo do major Luiz (Luiz Cavalcante), os planos foram totalmente concretizados: tivemos a criação da CEAL (Companhia Elétrica de Alagoas), CASAL (água e saneamento), CODEAL (Companhia de Desenvolvimento de Alagoas) e nosso próprio banco (PRODUBAN) ¿ Seu governo tinha verdadeiras promessas cumpridas, infelizmente derrubadas por seus sucessores. Alguns fizeram um certo bem: Ronaldo Lessa teve seus méritos, mas não conseguiu mudar efetivamente o que precisava ser modificado. Não é nada absurdo mencionar caos. Realmente nosso Estado não tem quem faça por ele, a corrupção existe, mas não é a única vilã dessa situação fática: falta PULSO pra lutar pelo nosso Estado, pela nossa gente. Ainda não apareceu alguém competente por completo pra se impor perante a União em prol de melhorias básicas pra aqui. Renan Calheiros, diferente dos demais presidentes do Congresso (que muito fizeram pelos seus respectivos Estados) nada fez para Alagoas. Apenas o triste título de vergonha nacional... O esquema da Gautama não será o primeiro nem o último: Licitação é um procedimento administrativo que sempre envolveu muita desconfiança na prática. As propostas mais vantajosas nem sempre devem ser as mais caras, e sim as que ofereçam um maior equilíbrio entre qualidade e preço. Condenar a politicagem que envolve esse procedimento é querer lutar contra o mal que assola todo país: nessa parte Alagoas não deve ser punida isoladamente, mas sim faz parte de um todo. Político comete crimes a toda hora e Renan está sendo acusado gravemente. Não será o primeiro nem o último e essa prática, apesar de muito errada e vexatória, infelizmente é varrida pra debaixo do tapete. Essa é a política brasileira, entretanto, mesmo com toda a condenação a esta prática, se ele fizesse algo por seu Estado, o perdão não viria da justiça, e sim moralmente, perante todos nós. O que Alagoas precisa é muito pouco pra se tornar um Estado que nos dê orgulho: apenas alguém que faça muito por ele. Temos grandes potenciais de minérios, petrolíferos, açucareiros, temos uma cultura pouco difundida, mas muito esplendorosa (escritores, poetas, músicos) , belezas naturais inimagináveis e o mais importante: temos um povo muito receptivo, que sabe receber quem é de fora de maneira muito amistosa e feliz. Poderia livremente dizer que temos todos os elementos necessários pra isso: menos o pulso firme pra lutar e fazer valer nossas convicções. Quando será que esse mérito perdido será encontrado? TH - Bom fim de semana a todos! Comments: Comments: Domingo, Junho 03, 2007
MÚSICA DA SEMANA Diretamente do novo disco de Vanessa da Mata, lançado semana passada. Baixei o disco e estou ouvindo-e-reouvindo, afim de dar meu parecer e escrever aqui. Não é fácil - mistura expectativa de fã com tentativa de imparcialidade, mas breve tecerei meu comentário. Sobre a música - uma parceria entre a cantora e o músico norte-americano Ben Harper (que esteve em Janeiro no Festival de Verão em Salvador) é muito bacana - uma verdadeira lição de como se deve terminar um relacionamento! ![]()
Boa Sorte / Good Lucky Vanessa da Mata. Participação: Ben Harper É só isso Não tem mais jeito Acabou, boa sorte Não tenho o que dizer São só palavras E o que eu sinto Não mudará Tudo o que quer me dar É demais É pesado Não há paz Tudo o que quer de mim Irreais Expectativas Desleais That¿s it There is no way It over, Good luck I have nothing left to say It¿s only words And what l feel Won¿t change Everything you want to give me It too much It¿s heavy There is no peace All you want from me Is¿nt real Expectations Tudo o que quer me dar É demais É pesado Não há paz Tudo o que quer de mim Irreais Expectativas Desleais Mesmo, se segure Quero que se cure Dessa pessoa Que o aconselha Há um desencontro Veja por esse ponto Há tantas pessoas especiais Now even if you hold yourself I want you to get cured From this person Who poisoned you There is a disconnection See through this point of view There are so many special people in the world so many special people in the world in the world All you want All you want Tudo o que quer me dar / Everything you want to give me É demais / It too much É pesado / It's heavy Não há paz / There is no peace Tudo o que quer de mim / All you want from me Irreais/ Isn't real Expectativas / Expectations Desleais Now were Falling into the night Um bom encontro é de dois TH - Ainda atordoado com a prova da OAB! JUÍZO, VOLTE!!! Comments: |